...
O requinte dos sentimentos que me fazem arrepiar exploram a ignorância que habita num ser abandonado de friezas
Tento desenhar com o que sinto mas a tela permanece em branco, deveria estar cheia de riscos e sarrabiscos.
A falta da compreensão toma conta do meu pensamento quando de noite viajo nos teus braços,
a confusão instala-se e a vontade de petrificar-me no tempo é toda os meus sentidos...
Ao tentar encontrar a definição para a indefinição presente
Perco-me no labirinto que o teu corpo representa
Sigo o cheiro que me faz vaguear por um lugar que ainda agora desconheço
No leito em que me deito e sinto, vejo a pele arrepiar-se
Sussuras bem perto do corpo e ouço-te com a alma
Aqueces a fresca brisa nocturna
Alimentas o sonho
E consomes o sentimento que me ensinaste a sentir...
Tento desenhar com o que sinto mas a tela permanece em branco, deveria estar cheia de riscos e sarrabiscos.
A falta da compreensão toma conta do meu pensamento quando de noite viajo nos teus braços,
a confusão instala-se e a vontade de petrificar-me no tempo é toda os meus sentidos...
Ao tentar encontrar a definição para a indefinição presente
Perco-me no labirinto que o teu corpo representa
Sigo o cheiro que me faz vaguear por um lugar que ainda agora desconheço
No leito em que me deito e sinto, vejo a pele arrepiar-se
Sussuras bem perto do corpo e ouço-te com a alma
Aqueces a fresca brisa nocturna
Alimentas o sonho
E consomes o sentimento que me ensinaste a sentir...

0 Comments:
Post a Comment
<< Home