A transcendência inexistente no autodominio do Homem supera-me... Desafio as leis naturais que me regem e me desnorteiam e sigo o meu instinto metafísico. Ouso confrontar-me a mim mesma e, mesmo não tendo o conhecimento que me banha da razão pela qual cá estou, consigo confrontar a compreensão do meu espírito!

2 Comments:
Acredito que confrontado-nos a nós próprios podemos perceber e compreender aquilo que somos no fundo.
Eu vivo este confronto todos os dias: Antes de me deitar penso no que fiz e poderia ter feito durante o dia. Olho as minhas limitações como algo a melhorar em todas as oportunidades que compreenda possível.
Não me sinto perfeito mas sinto que um dia terei muito menos coisas a melhorar.
O estranho é chegar às vezes a chatear-me comigo próprio mas depois de fazer as pazes com o "eu" sigo à minha vida muito mais pacífico.
Continua a construir e a conhecer aquilo que és
Vim-te visitar, cá haveria de parar um dia.
Às vezes, com a complexa carga de culpas que pareço gostar de carregar, dou comigo a pensar que fiz algum mal às minhas filhas, que levaram mais longe nas suas vivências próprias, algum do meu excesso de sensibilidade que é estranha às pessoas de pensamento certinho e que nos incomoda e pesa.
Outras, dou comigo a corrigir esse pensamento. É um mal que é bem, porque é essa sensibilidade em excesso que lhes dá excelência e faz delas pessoas completas, inteiras e únicas.
Seja como for, sou um homem intensamente rico.
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