A transcendência inexistente no autodominio do Homem supera-me... Desafio as leis naturais que me regem e me desnorteiam e sigo o meu instinto metafísico. Ouso confrontar-me a mim mesma e, mesmo não tendo o conhecimento que me banha da razão pela qual cá estou, consigo confrontar a compreensão do meu espírito!
Tuesday, November 27, 2007
Monday, November 12, 2007
Pedir ao medo para sentir o que já me rejeitei de querer sentir
Espetar o espinho e crava-lo na minha carne sem conhecer a sua dor
Limpar este sangue incolor que sem sentido caí por mim
Escrever com palavras bonitas toda a mágoa que aprendi a sorrir
Querer-me presa quando me sinto um pássaro solto e livre voando sem asas ao vento
Arrepender-me da vida que ainda não tenho mas que presiste no pensamento.
Sinto-me vazia e preenchida
Um pedaço de ouro simulado num farrapo
Tentar reaprender a conhecer-me e refugiar-me em mim
Limito a escrever a frustração do auto-conhecimento e a alegria de o conseguir
Espetar o espinho e crava-lo na minha carne sem conhecer a sua dor
Limpar este sangue incolor que sem sentido caí por mim
Escrever com palavras bonitas toda a mágoa que aprendi a sorrir
Querer-me presa quando me sinto um pássaro solto e livre voando sem asas ao vento
Arrepender-me da vida que ainda não tenho mas que presiste no pensamento.
Sinto-me vazia e preenchida
Um pedaço de ouro simulado num farrapo
Tentar reaprender a conhecer-me e refugiar-me em mim
Limito a escrever a frustração do auto-conhecimento e a alegria de o conseguir

